...Blogue de alguém que gosta de entre outras coisas, praticar BTT turístico, pertence ao famoso grupo "os KEZIA®".
Tem como lema: "Vive a vida enquanto és vivo(a),pois vais passar muito tempo morto(a)..."
FEIRA
AJUDA...
Acerca de mim
A. Jorge Silva Ferreira
Braga - V.N.Famalicão, Delães, Portugal
"OS QUE NÃO ENCONTRAM TEMPO PARA O EXERCÍCIO, TERÃO QUE ENCONTRAR TEMPO PARA AS DOENÇAS"
Edward Derby
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"O que o dinheiro faz por nós, não compensa o que fazemos por ele."
Gustave Flaubert. (escritor)
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"Só existem dois tipos de ciclistas e motards: os que já caíram e os que estão para cair!"
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Com a organização da SPEEDBIKE (Filipe).Este foi um magnifico passeio pelas margens do Selho, com cerca de 40 quilómetros de extensão e um coeficiente de dificuldade médio. Houve quem quisesse chegar em primeiro, mas apenas um o conseguiu, e com um tempo inferior a 2 horas! Assim no final ouviam-se as desculpas habituais "Já não ando de bicicleta á muito" ...Pois pois... ...Mas também houve quem apenas se preocupasse em aparecer nas fotografias...É o caso destes em cima...
Eram 7 da manhã e os KEZIA(D.O.C.)estavam prontos para mais uma aventura, desta vez foi por terras de Basto... O tempo estava optimo, chuvia, o percurso teve cerca de 80 quilómetros para um desnível de 3000 metros...
Iniciou-se o percurso rumo á Srª D'Orada, que (começa a ser habitual nos passeios dos KEZIA (D.O.C.)) estava em festa, a descida foi rápida e digna de registo, como estava de chuva não temos muitas imagens, mas vale a pena...
Por volta do meio dia a chuva parou e eis que...Em vez de apanhar-mos água por cima tivemos que apanhar água por baixo...
Curioso, após este contratempo estava-mos mesmo no centro de Arco de Baúlhe...
Daí veio a aproximação a Parada de Atei, onde as paisagens são fenomenais, a vista para o Monte Farinha é simplesmente espectacular, temos que agradecer ao José Figueiras a escolha deste percurso...
Evidentemente tivemos que passar pelo topo da Senhora da Graça, para descermos até Mondim de Basto, e daí até ao KEZIAMOVEL, mas como somos os KEZIA (D.O.C.)não temos carta nem livrete, então temos que ir por onde não pára a Policia...
Inicio/partida sábado (dia 18) ás 21:30 (junto ao estádio VSC ) Fim/chegada Domingo (dia 19) ás 8:00 Total 50 Km (previstos 46) Média de 4,76 Km/h
...Esta é daquelas aventuras que têm que ser vividas para se dar valor a quem as faz como obrigação. No meu caso foi a curiosidade e o gosto pela aventura. Já sabia que iria sofrer, porque durante os "treinos" (caminhadas de 2 horas aqui pela zona) sentia-me com dores enquanto que a Goretti não tinha a mínima queixa... Partimos em direcção a Gonça, onde encontramos os primeiros grupos de peregrinos, mas como os andamentos eram diferentes optamos por não "colar" a nenhum, uns por estarem nitidamente em quebra, e outros por estarem nitidamente em forma, optamos por manter o nosso ritmo. Após Gonça era a escuridão total, devido a não haver qualquer iluminação pública, valeu-nos as minúsculas lanternas que ali pareciam autênticos holofotes... ...Em Vilela,uma placa indicava Póvoa de Lanhoso em frente, mas optamos por virar á direita em direcção a Taíde, por pensar-mos que iríamos passar ao lado de Póvoa de Lanhoso...Puro engano...Como não sabíamos onde eram os atalhos existentes por aí, fizemos uns bons quilómetros á toa, pois tivemos que passar mesmo na Póvoa de Lanhoso. A partir daí foi Calvos até Amarelos e Varzielas e aí encontrar-mos a conhecida N103 e continuarmos a ascensão até ás Cerdeirinhas, esse percurso também sem iluminação pública e com o perigo extra de alguns aceleras que faziam questão de por a vida deles e a nossa em perigo. Por aí foi onde começaram a aparecer outros peregrinos vindos dos atalhos, fazendo a estrada parecer com muito movimento pedestre, assim que os primeiros raios de sol permitiam ver que afinal não éramos os únicos a sofrer por ali. A descida até ás pontes da Caniçada foi muito penosa, devido ao acumulado, eu tive que abrandar nas Pontes, pois até as pequenas inclinações das entradas das garagens dos residentes locais pareciam que tinham uma altura considerável, mas por ali já mal podia levantar os pés, mas só faltavam 3 quilómetros e sabia que não ia falhar...
O percurso foi inteiramente realizado por estrada, devido a nenhum dos intervenientes conhecer com exactidão os atalhos existentes, penso que pelos atalhos daria um total de 40 Km. Fica para a próxima!
Durante o percurso, tivemos oportunidade de falar com outros peregrinos onde constatamos que existem pessoas que fazem isso todos os anos enquanto puderem, e ouvi uma senhora que além desta peregrinação faz ainda a peregrinação a Fátima também todos os anos...
Não dei pelo tempo passar, houve sempre boa disposição e espírito de entre-ajuda, como é costume nestas famílias.
Obrigado. Ao Manuel Vieira, ao João, ao Xavier e á Paula, ao Zé e á Joaquina...E se calhar ao S. Bentinho, que ajude aos que nele acreditam e se esforçam a pensar nele...
...Estes são os relatos de mais uma incursão dos Kezia, neste caso na zona de Ribeira De Pena. Este passeio tinha para mim elevadas expectativas, causadas pelos relatos anteriores de alguém que já o tinha realizado. Além disso fica na história dos Kezia pela estreia oficial do “ Keziamóvel “.
O “ Keziamóvel “ trata-se de um veículo de tracção animal ou a reboque, para transporte de bikes, resultado da fusão entre “ um atrelado de transporte de bilhas de gás, “ um tradicional carro de bois “típico da nossa bela região minhota, “ um eixo de um Citroen todo podre “, anos ??!! de estudo e sucessivos testes de aerodinâmica, crash test, etc e muito conhecimento de base “ cientifica!! “ levados a cabo pelo nosso colega Daniel. A ele um “ bem-haja “ de todos nós pela iniciativa. “ Um homem sonha e a obra nasce! “
O encontro foi em Guimarães pelas 7:30 no local habitual. Após colocação de todas as bikes no tão desejado “ Keziamóvel “ lá partimos com destino a Ribeira de Pena. No Gps tinham sido colocadosndois percursos, um de btt e outro pedestre porque havia a “remota “ possibilidade de chegarmos ao destino sem as bikes, sem o Keziamóvel ou as “ duas coisas “. Enganem-se os mais cépticos, pelo caminho não foi necessário apanhar nem bikes, nem “ peças “ !! Tudo como planeado, porreiro ! Na chegada já tínhamos á espera uma vila em festa, aliás como já tinha acontecido no relato anterior(na aldeia de Cabreiro no passeio á Peneda). Neste andar mais um ou dois passeios e temos recepção com honras de estado ! Bom, mas como o que nos levou a levantar tão cedo foi o passeio de btt, lá iniciamos o percurso como sempre guiados pelo “ Magalhães “. O dia estava chuvoso o que poderia retirar alguma beleza ao percurso, mas nada a que já não estejamos habituados. Começamos com um percurso descendente em direcção ao Rio Tâmega onde logo encontramos o primeiro ponto de registo, uma ponte de arame, que após alguns minutos de observarmos a sua beleza e aspectos de construção utilizamos para passar para a outra margem. Seguimos alguns kilometros em direcção ao Rio Beça onde desta vez nos esperava mais uma ponte de arame, mas neste caso de qualidade de construção e manutenção “ muito duvidosa “. Após algum tempo de observação e dos mais variados comentários, pensei cá p`ra mim : Bom, é aqui que o grupo se divide !, os que seguem, os que voltam para traz e os que caem ao rio !. Felizmente enganei-me, todos seguimos, uns em cima da bike, outros a pé agarrados á bike e outros a pé agarrados á bike e á ponte estilo “ não cabe um feijão ….. ! Após mais este belo registo seguimos agora num percurso mais ascendente, onde tudo corria na melhor disposição já habitual e originada pelos mais diversos comentários a esta atribulada travessia do Rio Beça e pela beleza do percurso. Mais alguns kilometros e o Baptista que seguia na frente pergunta para trás : Ó . .ilva, tas fixe ??, ao que passados alguns segundos se ouve um murmurar : . . . da-se!! tás fixe ? já meio empenado e todo molhado !!,deves estar a gozar comigo ! Estava-mos pela hora do almoço quando chegamos á pequena aldeia de Covas do Barroso, havia uma informação dada pelo Gps que ali eventualmente encontraríamos um pequeno café, o que nos agradava dado que poderíamos parar um pouco para descansar e fazer uma refeição ligeira. Á entrada da aldeia encontramos um habitante de meia idade, adepto benfiquista assumido e confirmado pelo boné que usava ( afinal eles são seis milhões e um, porque garantidamente quando fizeram a contagem não foram dar com este aqui no cú do mundo ) que nos confirmou a existência do “ O nosso café “.Aproveitamos então para nos sentarmos e comer o que levávamos nas mochilas, algum queijo que compramos e “ limparmos “as ultimas garrafas de vinho que tinha no estabelecimento. Tivemos ainda a amável oferta do sr “ benfiquista “ de uma broa de pão, que agradecemos. Continuamos a viagem com a subida ao alto do Lasanho, na maior parte do tempo com a bike á mão devido ao piso de pedra polida que com o dia chuvoso estava “ impossível “. Atingido o topo fiquei bastante defraudado devido ao intenso nevoeiro que nos impediu de ver a paisagem que “ imagino “ deve ser fantástica vista deste local. Fica para a próxima !! Iniciamos aqui a parte do percurso mais descendente que nos levaria de novo á travessia do Rio Bessa e Tâmega. O percurso de meia encosta indicado pelo Gps levou-nos a observar ( pouco devido ao denso nevoeiro ) todo o vale do Tâmega. Os últimos quilómetros ascendentes foram feitos em asfalto até ao local onde tínhamos iniciado e encontraríamos o carros e o Keziamóvel que nos levariam de regresso. Ainda bem que aqui toda a gente teve bom senso e ninguém se atreveu a perguntar : Ó . . ilva, tas fixe ?. Nesta fase do empeno a resposta podia ser bem “ pior “. Todos acabamos satisfeitos. Aos colegas que participaram, João, Armindo, Baptista, Silva, Daniel e mano Figueiras, o meu obrigado por mais um excelente dia passado em conjunto. Aos colegas que não participaram, como fiquei com “ um gosto amargo “ da paisagem que imagino não ter desfrutado pelo “ denso nevoeiro “, fica a promessa de em breve lá voltarmos !
Esta incursão pela Peneda vinha sendo falada á muito tempo, combinou-se a data, pediu-se ao único Kezia possuidor de GPS, para arranjar um percurso, e com uns trak’s da autoria do "Major" Rui Appelberg, fez-se as necessárias adaptações para fazermos uma passagem pelo santuário da Sr.ª da Peneda.
Pela madrugada do dia 9 de Maio, partimos rumo a Cabreiro, era dia de festa, tocavam os sinos na torre da igreja, a aldeia estava engalanada, flores espalhadas pelo chão nas ruas onde, daqui pouco, hão-de passar os KEZIA... …Éramos 6,o Jorge ,o Daniel,o Hugo, os Figueiras e o Silva. Logo nas primeiras pedaladas, passamos um grupo de betetistas a fazer os preparativos, eram eles o Pedro Indy, o"Major" Rui Appelberg e mais dois "incautos" ou nem por isso, era curioso eles estarem ali, pois nós costuma-mos pesquisar percursos por eles “criados”, cumprimentamos os tipos, e lá os deixa-mos porque tinha-mos muito pedal pela frente… Os 17 km.iniciais levaram-nos dos 200 metros de altitude aos 1300, foram de extrema dureza, devido ao piso, sempre com muitas pedras, ou não fosse este local......A Peneda, mas também de extrema beleza paisagística, quer natural, quer “artificial”,em parte, devido ás gentes das serras da Peneda e do Soajo... ...Que têm modos de vida muito próprios que marcam a paisagem serrana. Um dos mais particulares tem a ver com o facto de, em certos locais, existir uma ‘duplicação’ da aldeia, a chamada Branda. Esta ‘duplicação’ advém da actividade agro-pastoril que sustenta/sustentou o modo de vida das gentes da Peneda, que se desenvolve em função das necessidades de terra para cultivo e de pasto. Sendo assim, a aldeia principal localiza-se nas zonas de vale onde os solos são mais produtivos, enquanto que a nova aldeia surge na serra como forma das populações terem acesso a terras de pasto, que nos meses de maior calor são escassas nas zonas de vale.Um desses exemplos é uma aldeia chamada Bouça dos Homens, que é a Branda das gentes da Peneda (onde se situa o santuário). È evidente que muitas delas encontram-se abandonadas... ...Devido á falta de €uros provenientes destas actividades,desde os anos 70 o melhor local para ser pastor em Portugal é em Lisboa, e, como todos sabemos o melhor local de encontro desses pastores é a Assembleia da Republica…
Fica aqui o respectivo gráfico de altimetria, que dá uns belos 3000 de acumulado para apenas 70 km. Eu cheguei ao fim todo partido, as pedras dificultaram tanto nas as subidas, como nas descidas, terreno plano quase não existiu (no nosso percurso evidentemente). No final já eram quase 21:00 e fomos nós pastar, em Arcos de Valdevez, num sitio conhecido do Daniel. Todos deram o tempo por bem empregue… Mais um vídeo:
. ....Com inicio do dia 30 de Abril de 2009, finalizado no dia 2 de Maio de 2009. Foi mais uma daquelas aventuras que não se esquece. ...Tudo corre bem quando se faz por isso, e como os intervenientes desta aventura eram pessoas com uma maturidade acima da média (com a excepção dos 2 Kezia's)... ....Alguns elementos do famoso grupo BTT REBORDÕES, planearam esta viagem que nos levaria a Santiago de Compostela, com partida em Rebordões, a primeira etapa decorreu conforme o plano, que consistia em chegar a Valença e aí pernoitar no albergue S.Teotónio, que se encontrava vazio devido á excelente ideia de iniciar o Caminho um dia antes do habitual (evitando a grande afluência no feriado). A manha estava chuvosa, mas todos apresentaram-se é partida munidos de protecções “especiais” para a ocasião, para que a viagem fosse confortável, desde plásticos sobre os alforges, guarda-lamas e os indispensáveis corta-ventos em plástico. O caminho (para quem gosta de BTT) começa verdadeiramente em S.Pedro de Rates, com a Credencial do Peregrino carimbada no albergue local, e daí até Barcelos, onde nesse dia devido á Festa das Cruzes estava a decorrer o programa televisivo Praça da Alegria em directo, pedimos o respectivo carimbo num organismo Público e tivemos sorte em não nos cobrarem qualquer taxa... A primeira paragem para reforço alimentar, foi em Ponte De Lima com um magnifico arroz de sarrabulho para encararmos a tarde com energia até Labruja (mais um carimbo) onde tem aquela subida digna de uma prova de Trial. Depois de superada a famosa subida até parecia que faltava pouco, mas as energias gastas desde manhã tornariam a aproximação a Valença um pouco penosa, mas lá chegamos e enquanto se esperou pela chave do albergue, lavamos as bicicletas no quartel dos Bombeiros locais e ainda houve tempo para provarmos um pouco de presunto que o Luís fez questão de trazer de casa. Nesta noite apenas lamentamos a inexistência de água quente no Albergue. No 2º dia, já com Sol, depois do tradicional carimbo em TUI começamos a sentir o feriado, estava tudo fechado, os planos eram comprar comida em supermercados, mas estes estavam "serrados", e ao Meio Dia já não haviam mantimentos, chegamos a Redondela e até foi difícil conseguir qualquer coisa aberta para carimbar mais um "sello", mas em plena descida para Ponte Sampaio (que infelizmente já sucumbiu, apenas resta um fotografia no local) encontramos um lenhador que nos informou que a placa que indicava “restaurante a 50 metros” seria uma boa opção. E foi realmente algo de extraordinário, a qualidade do serviço prestado pelo proprietário do Restaurante Rural Lume Novo, é algo que fez com que estejamos todos a pensar em lá voltar, aqueles Picones estavam fenomenais, ainda nos ofereceu as sobremesas e café, deu para fazer ali mesmo a festa do meu aniversário com champanhe e tudo...
Depois veio Pontevedra e o seu belo centro Histórico, e antes de Caldas de Reis aproveitamos para mostrar aos nossos companheiros os Moinhos do rio Barosa que ficam desviados do Caminho apenas algumas centenas de metros, sendo um dos locais a não perder para uma refrescante bebida no bar local, para enfrentarmos os derradeiros quilómetros até ao próximo Albergue que seria em Padrón. Seria, porque mais uma vez não conseguimos arranjar lugar porque estava cheio, mas como nos disseram que também não havia água quente…Aproveitamos andamos mais uns metros e procura-mos alojamento num Hostal,que já no ano passado tinha albergado os BTT Rebordões, por um preço simbólico, assim conseguiu-se uma boa refeição quente, um merecido banho de água quente e uma dormida numa verdadeira cama.
No 3º dia, apenas faltavam 22 Quilómetros, mas como optamos por tomar o pequeno-almoço mais á frente, fomos surpreendidos pelos horários de abertura dos cafés em Espanha, e apenas tivemos o pequeno almoço ao quilómetro 13,o que fez com que a chegada a Santiago fosse feita com muito mais vigor. Depois da chegada optamos por sellar o ultimo sello para recebermos a respectiva Compostella, depois da habitual sessão de fotos, fizeram-se umas compras para levar para as famílias, provaram-se umas tapas, e regressamos calmamente em direcção ao nosso país… Parece pouca coisa mas em todo o caminho e até no regresso, houve sempre um salutar espírito de entre ajuda entre todos, muitas gargalhadas e um sentimento de missão cumprida.
Agradeço a todos os elementos do BTT Rebordões, ao João, ao Baptista, á minha mulher e naturalmente a Santiago… . .
Realmente, os KEZIA® são regularmente convidados a participarem em muitas provas. Mas, como não se pode estar em todas, tem que se escolher apenas as que valem realmente o sacrifício. Na véspera da Páscoa, participaram na tradicional prova do TOMAZ®. A ansiedade provocou um alongamento no grupo, mais notório na subida ao S.Bento das Pêras. Mas como o mais importante para os KEZIA®, é precisamente o espírito de grupo, fez-se uma curta pausa antes da chegada triunfal ao topo, chegaram todos juntos, como se vê na foto inicial. . . Após a passagem pelo referido santuário as dificuldades seriam menores e como convém iniciar qualquer prova nas melhores condições, optou-se por fazer a aproximação ao local da prova em ritmo calmo e com poucas paragens, até, para que não houvessem enganos no trajecto e estarem todos prontos para a prova no TOMAZ.
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. Resta relatar aqui que a "prova" correu dentro das nossas melhores expectativas, os mais novos apenas participaram nas provas para juvenis, até porque não seria sensato da nossa parte deixa-los participar nas provas mais exigentes. O TOMAZ, como sempre, apreciou o nosso sacrifício, especialmente o facto de nos deslocar-mos até ao local em bicicleta, mas nós somos assim mesmo... Aqui ficam imagens da prova: .
Para os distraídos resta informar que a "prova" foi facilitada devido ao facto de tudo estar excelente, não tivemos nenhuma dificuldade em provar o vinho e os petiscos da Casa de Pasto TOMAZ.
Pois foi... Este ano, alguns(4) Kezia®, não participaram nos Trilhos da Maria da Fonte V... Como o horário do referido "passeio" não era compatível com estes Kezia® e a Quilometragem era demasiado curta para... Resolveram então, utilizar o "MAGALHÃES", na semana seguinte ao famoso evento para assim percorrer os referidos Trilhos... . Como ainda estava-mos na hora legal de Inverno, para evitarem chegar de noite a casa, utilizaram veículos motorizados para a deslocação dos Kezia® e respectivas bicicletas até ás TAIPAS...
. Das Taipas, foram "aquecendo" até á Morreira,(em estrada de "ISPIXE"),e daí em direcção á Falperra e Sameiro pelos conhecidos maus caminhos... este foi um outro contratempo...
Como o andamento estava a ser elevado, e estavam já todos quentinhos, nada como uma avaria para arrefecer um pouco, desta vez foi o desviador traseiro da BH do JORGE que se "agarrou" a um raio para testar o dropout. Foram ambos p'ró....
Terminado este pequeno contratempo,iniciou-se a aproximação á Povoa de Lanhoso, tendo como pontos de referencia a nascente do Rio Este e a Via Romana que fazia parte dos "trilhos V"... Nascente do rio Este... . via romana GR significa grande rota... .Com a ajuda do "MAGALHÃES" Utilizaram partes do TRILHOS III e IV, para fazer a "colagem" ao TRILHOS V apenas onde começava a diversão (piso em terra)... Assim se passou mais um belo Sábado percorrendo 70 e tal Km de puro BTT , sendo apenas 20 em "ISPIXE"... Todos ficaram plenamente satisfeitos com as paisagens que se vêm de S.Mamede, onde paravam várias vezes para contemplarem nostálgicamente aqueles locais, atingidos noutras incursões, como a Sra. Da Abadia, Sta. Isabel e outros locais que nem sabemos o nome... . Também da-mos nota positiva á organização dos "TRILHOS", que, de facto, fizeram a limpeza do percurso, não utilizaram tinta no chão ou paredes, o que nos deixou o caminho apenas visível no GPS, apenas ficou uma placa e umas fitas no mato, numa zona quase impossível... Ainda havia "reforço", mas era pago á parte, os "FIGUEIRAS" aproveitaram para comprar FIGOS ???
. O frio aperta, mas só para quem não anda de BICICLETA...
Aqui vai o 1º vídeo do ano:Nem a neve nos afasta...
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...Pois é... Iniciou-se a nova temporada com novos elementos, destacam-se o SILVA e o sobejamente conhecido ARMINDO, que após os testes de adaptação já rolam nesta linda família "KEZIA"... ... .
...Entretanto reina o espírito desportivo profissional, aqui fica uma bela demonstração do aquecimento matinal...
. Entretanto, o Daniel e o Hugo, foram ao vale da Campeã para subir até ao Alto de Espinho pela nacional, para sentirem na pele as temperaturas negativas e fazer um teste ao comportamento das bykes na neve. Parece que gostaram....
... Foi em 2002...(Não em 2003)... ...Neste fim de semana ocorreu-me que foi precisamente no dia 2 de Novembro que eu e o João começa-mos a pedalar juntos regularmente, logo foram aparecendo mais companhias(todas boas), alguns ainda pedalam com os Kezia®,outros pedalam sem os Kezia® ...Mas o mais importante é continuar a pedalar...Com alegria, como a foto documenta...
...Pois é, chegou a hora legal de Inverno... Os dias têm as mesmas horas, mas o Sol, quando aparece, está por cá menos tempo... Logo no primeiro dia (da hora legal de Inverno), os KEZIA®, aproveitaram para percorrer os trilhos da maratona de Fafe. Fomos transportados no "novo" KEZIA-MOVEL, que é propriedade do Rui, até ás imediações de Fafe, e começamos aí o percurso em sentido contrário á prova, que teve lugar á uns meses atrás. Alguma sinalização da referida maratona ainda estava visível, evidentemente as "setas" estavam ao contrario, mas, utilizando o apoio tecnológico(GPS), neste dia baptizado de "MAGALHÃES", tudo correu bem, o percurso foi, como era esperado, espectacular quer pelas belas paisagens quer pelo calor humano das pessoas com quem nos cruzávamos nas aldeias, e quase todas nos diziam: "-Ei... vocês estão a ir ao contrario!!" Desde sempre, os KEZIA® tentam destacar-se pela originalidade e nada como fazer algo diferente, assim, neste dia não fomos os únicos a percorrer os trilhos da maratona de Fafe, mas, assim (fazendo o percurso em sentido contrario aos ponteiros do relógio) encaramos de frente todos os outros betetistas, e, em vez do tradicional "direita"/"esquerda" e consequente susto de quem é ultrapassado, houve um bem mais simpático "bom dia amigo"! . .Video alusivo ao acontecimento:
..Pois é...As férias estão a acabar, ou,como no meu caso, já acabaram. ...no final das férias quando pensamos que correram bem e contamos as nossas magnificas "aventuras"... Vem sempre alguém contar as suas peripécias e normalmente têm sempre algo de melhor para contar, não sei porquê mas acontece-me sempre... Este ano foi o XAVIER, que, com mais dois amigos foram fazer o Caminho de Santiago... Parabéns ao XAVIER ,ao RICARDO e ao PAULO!
...Tudo começou, quando numa das minhas viagens de trabalho, com destino a Trás-os-Montes, ao passar no IP4 no Alto de Espinho... ...Sabia que á minha esquerda iria ver aquele "risco" amarelado embrenhado naquele verde acastanhado junto ás imponentes Eólicas lá no alto sobre o Vale da Campeã...Era por onde já tinha pedalado com os KEZIA® (de noite) e com os CEVA® (clube empenados do vale do ave) de dia...Ocorreu-me que o motivo de pedalar no tal "risco" de noite, foi por ter abordado esse passeio com alguns "incautos"... ...Mas...Olhei para a minha direita, e reparei que afinal, ainda havia algo mais assustador, eram umas enormes "antenas" sobre um tenebroso penhasco. Ocorreu-me que alguém meu conhecido já por lá tinha pedalado. Chegado a casa, confirmou-se que o CEVA® conhecia bem aquelas paragens... Falei com o Figueiras que prontamente enviou-me alguns arquivos KMZ do Google Earth, directamente copiados da Página do INDY para minha análise. Após uma breve consulta, escolhi o "Regresso ao Marão", porque passava por alguns dos pontos mais interessantes da imponente Serra ... Após a decisão da incursão, ficou decidido que só seria abortada se as temperaturas fossem superiores a 28ºC... Na sexta feira veio a boa nova: Chuva! Era o melhor que podia acontecer, as previsões eram magnificas (para nós evidentemente)...Finalmente, no Sábado, lá arrancamos desde Amarante... No inicio da rota confirmavam-se os relatos do INDY, "deve ter sido por aqui que começaram as queixas", mas nós estava-mos bem e só paramos pela primeira vez junto á "estalagem" para um pequeno reforço e consequente curto descanso, em frente uma placa indicava S. Bento, no GPS dizia que era precisamente esse o nosso destino, ainda tentei tirar uma foto que seria enganadora pois o nosso destino era o Marão e não o dito santo... Só tive pena de guardar e máquina, porque logo á frente vimos dois belos Esquilos naquela bucólica paisagem no meio do bosque de coníferas (frase do INDY) que não foram dignamente fotografados (...os esquilos...). E assim continuou a nossa aventura sempre tendo como constatação os maravilhosos relatos do INDY que no que toca á descrição do percurso (dureza) é 5*... Obrigado Pedro pela disponibilidade do registo de GPS desta e outras rotas... ...Conseguimos realizar todo o percurso... Mas desde o alto de Espinho só se ouviu queixas, que se agravaram a partir de Mafomedes porque alguém pensou que desde as "Antenas" era só descer... O percurso apenas tinha já na parte final, um pequeno troço com umas giestas já grandes a encobrir o caminho mas nada de grave... Aproveito para felicitar o Alberto Figueiras pela sua estreia nestas andanças, Foi dos poucos que nunca se queixou, e chegou ao fim plenamente satisfeito, apesar de ter furado e ter realizado um belo OTB sem consequências graves...
Foi a desculpa utilizada para se realizar mais um belo passeio BTT. No último dia de Maio os KÉZIA resolveram fazer uma pequena incursão pela GEIRA, mas utilizando a Bicicleta. Tendo como ponto de partida e chegada Rio Caldo, fomos em direcção á Geira pelo caminho mais curto, atravessando a Serra de Santa Isabel até á Abadia (1º reforço com apenas 12 Km), e daí em direcção a Souto, evidentemente que iríamos alcançar a Geira. Alcançada a Geira seguimos o seu milenar caminho até Covide, onde abandonamos a Geira e volta-mos para Rio Caldo, novamente pelo caminho mais curto, ou seja, Subindo pela Calcedónia! E acabou o passeio…[Detalhes só ao vivo e com os participantes: Figueiras (autor do nosso percurso); o Daniel ;o Paulo ;o Hugo e o Jorge...] Foram apenas 52 km para um desnível perto dos 3.000 metros!
Obs: Percurso sempre executado por caminhos existentes. Os primeiros 7 Km elevam-os dos 150 aos 700 metros de altitude! (9,5% de inclinação ascendente!) Percurso não recomendado a principiantes...
…Individuo com mais de 25 anos, queimado do pescoço para cima, do meio dos braços até aos pulsos e do meio das pernas até aos tornozelos, apresentando o tronco as mãos e os pés de um branco quase Neoblanc. Normalmente na época da praia atrai uns olhares curiosos e divertidos e as saídas à noite com uma rapariga costuma acabar com ela às gargalhadas no momento em que ele despe a camisa. Apresenta normalmente um cabelo oleoso chegando a ser pastoso em virtude das longas horas consecutivas que passa com um pedaço de esferovite atado à cabeça. Apresenta um físico magro e esguio, chegando a ter um ar miserável de quem não come há vários dias. Os braços e as pernas apresentam-se cobertos de arranhões e cicatrizes em virtude dos ramos e das quedas consecutivas... e cada cicatriz tem uma historia que demora pelo menos 35 minutos a contar e que invariavelmente acaba desta forma "... e quando acordei estava no hospital e perguntei: Onde está a minha bicicleta???" Nas lojas de desporto costuma ser a única pessoa que não está a ver os ténis e as bolas mas que está na zona onde estão os calções de lycra e as camisolas do mesmo material nas mais diversas cores (de preferência florescentes). Normalmente as miúdas olham para esse indivíduo e automaticamente o reconhecem como trolha, toxicodependente, ou ambos...